
Eis o terceiro apelo à conversão: o da esperança, da confiança em Deus e na sua grande promessa, a vida eterna.
Devemos perguntar-nos: estou convicto de que Deus me perdoa os pecados?
Ou comporto-me como se me pudesse salvar sozinho? Aspiro à salvação e peço a ajuda de Deus para a receber?
Vivo concretamente a esperança que me ajuda a ler os acontecimentos da história e me impele a um compromisso com a justiça, a fraternidade, o cuidado da casa comum, garantindo que ninguém seja deixado para trás?
Irmãs e irmãos, graças ao amor de Deus em Jesus Cristo, somos conservados na esperança que não engana (cf. Rm 5, 5).
A esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura. (…)
Que a Virgem Maria, Mãe da Esperança, interceda por nós e nos acompanhe no caminho quaresmal.
Papa Francisco, Mensagem da Quaresma 2025
Transfiguração

Se o Primeiro Domingo da Quaresma é uma recordação particularmente eficaz da solidariedade que Jesus partilha connosco na tentação, o Segundo Domingo lembra-nos que a glória fulgurante do corpo de Jesus é a mesma glória que Ele deseja partilhar com todos os batizados na sua morte e ressurreição.
Tal como Pedro, Tiago e João, somos todos chamados a tornar-nos cada vez mais discípulos da transfiguração, ou seja, discípulos do Cristo transfigurado.
Somos chamados concretamente a subir frequentemente com Ele ao monte, a “entrar na nuvem” do Espírito sem medo, e sobretudo a ouvi-l’O e a segui-l’O como o único caminho para o Pai, reflectindo constantemente no íntimo da alma sobre todos os mistérios de Cristo e a guardá-los connosco para que também nós possamos ser transformados, aliás, transfigurados com Ele e n’Ele no nosso caminho cristão e missionário.
E é tempo de (re)começar.
A partir deste Domingo da Transfiguração.
Obras Missionárias Pontifícias
Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018
