Notícias

Dia de Santo António em Caselas

Como é tradição na nossa Paróquia, o Dia de Santo António, Padroeiro secundário de Portugal, é assinalado com uma Missa às 17h00 do dia 13 de Junho na Igreja da Sagrada Família, em Caselas. [ler +]

Arraial 2019

O Arraial da nossa Paróquia já tem datas marcadas: 31 de Maio e 01 de Junho. Agora precisamos de colaboradores e de ofertas.
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Peditório para a Conferência Vicentina – 18-19 de Maio

Neste fim-de-semana, de 18-19 de Maio, realiza-se o habitual peditório, no final das Missas, para a Conferência Vicentina. [ler +]

Festas da Catequese

A Catequese da Paróquia de São Francisco Xavier  vai ter as seguintes festas até ao início das férias, encerrando oficialmente as actividades no dia 02 de Junho: [ler +]

Terço dos Homens – 13 de Maio

Na próxima segunda-feira, dia 13 de Maio, realiza-se mais um Terço dos Homens, a partir das 21h15 na Igreja Paroquial, celebrando desta vez os 102 anos da primeira aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos de Fátima. [ler +]

Iniciação Cristã de Adultos

Inicia-se na próxima semana um catecumenato para adultos, a decorrer nas instalações da Paróquia de Santa Maria de Belém. [ler +]

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Folha Informativa 26-05-2019

Domingo VI da Páscoa (PDF)     TEXTO

Virgem Maria e Jesus, Master of Blinking Eye

Neste mês de Maria, peço a Jesus que me deixe sentar no outro braço da sua e nossa Mãe do Céu.

E, a Nossa Senhora, supliquei que me concedesse  a graça do seu colo, para que,
junto ao seu Coração Imaculado, aprenda a amar Jesus e, em Cristo, todos os meus irmãos..

Gonçalo de Portocarrera, Ao colo da melhor mãe do mundo

 

 

A morada de Deus em nós

Armindo dos Santos Vaz

O filho pródigo (pormenor), Rembrandt

Santa Teresa é mestra na experiência de Deus, partilhada com os leitores, convidados a darem sentido à vida.

Num mundo cada vez mais focado em ambições de poder e em omnipotências de ter e de prazer – que, ao fim e ao cabo, nos deixam talvez de coração vazio mas certamente reduzidos às imprevisíveis irrupções e aos inevitáveis embates da radical fragilidade humana –, o alerta de Teresa soa assim: não estamos ocos; somos habitados por Aquele que quer dar sentido último à nossa existência.

O ser humano de hoje tem dificuldade em encontrar Deus, talvez porque tem dificuldade em encontrar-se a si mesmo. Anda perdido ou distraído com o barulho mediático e informático à sua volta.

Santa Teresa propõe que entremos na zona mais nobre da nossa intimidade para aí reconhecermos o Deus que está à nossa espera. Enquanto Ele for «um estranho na nossa morada» ou nela for considerado uma presença irrelevante, estamos a ignorar algo determinante na vida: desperdiçamos a intimidade da morada de Deus em nós.

Para Santa Teresa, o ser humano é no seu interior “outro céu, onde só Sua Majestade mora”. É um ser «capaz de Deus», capaz de amar como Deus o ama: quando orienta a sua vida para Deus, seguindo o Jesus do evangelho, é mais fiel à sua verdade de humano.

Santa Teresa partilhou com os perdidos num mundo distraído o que ela, tão atenta, encontrou: um caminho e uma morada, precisamente os títulos de seus dois grandes livros. São as duas perspectivas fundamentais que qualquer vida precisa de ter para singrar orientada e com um objectivo que lhe dê felicidade autêntica. Ela percebeu que o que orienta e ilumina o “caminho” é o ardente desejo de habitar a rica e esplêndida “morada” definitiva. Percebeu o evangelho. Viu-se a si própria como morada do amor de Deus: «Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o “amará” e viremos a ele e estabeleceremos “morada” nele». Mas também viu Deus como morada para ela: Na casa de meu Pai há muitas moradas».
Quanto mais densa vida interior na oração, mais real será a entrega às causas humanas.

A experiência do Espírito remete sempre para o amor concreto. E a espiritualização autêntica redunda sempre em humanização. “E quando as obras activas saem desta raiz que é o interior, são admiráveis e muito cheirosas flores. Procedem desta árvore do amor de Deus; e só por ele, sem nenhum interesse próprio, espalha-se o odor destas flores para proveito de muitos; e é perfume que dura”.

Abertos às surpresas

Papa Francisco, 28.04.2015

Deus é o Deus das novidades: “Renovo todas as coisas”, disse-nos»; não compreendiam que o Espírito Santo veio precisamente para nos renovar e age continuamente para isso. Aliás, isto é assustador.

Na história da Igreja podemos ver desde então até hoje quantos temores suscitaram as surpresas do Espírito Santo. E a quem quisesse objectar: «Mas, padre, há novidades e novidades! Algumas, vê-se que são de Deus, outras não», respondo com as palavras de Pedro aos irmãos de Jerusalém, quando foi repreendido por ter entrado na casa de Cornélio: «Quando vi que a eles foi dado o que tínhamos recebido, quem era eu para negar o baptismo?».

Esta ideia está também presente no trecho da liturgia do dia sobre Barnabé, definido «homem virtuoso» e «cheio do Espírito Santo». Nos dois há o Espírito Santo, que faz ver a verdade.
O que, ao contrário, sozinhos não podemos fazer. Com a nossa inteligência não podemos, Podemos estudar toda a história da salvação, a teologia inteira, mas sem o Espírito nada podemos entender.

É precisamente Ele que nos faz compreender a verdade ou – utilizando as palavras de Jesus – é o Espírito que nos faz conhecer a voz de Jesus: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, conheço-as, e elas seguem-me”».
A Igreja vai em frente graças à obra do Espírito Santo. É ele que age. O próprio Jesus disse aos apóstolos: “Enviar-vos-ei o dom do Pai, que vos fará recordar e vos ensinará”. Como?

Por isso, nos primeiros discursos, inclusive no de Estêvão, há uma releitura de todas as profecias. É obra do Espírito Santo, que faz recordar a história na óptica de Jesus ressuscitado: “e ele ensinar-vos-á o caminho”.

Como fazer para ter a certeza de que a voz que ouvimos é a de Jesus e o que temos vontade de fazer é obra do Espírito Santo? É preciso rezar. Sem oração, não há espaço para o Espírito; é necessário pedir a Deus que nos envie este dom: “Senhor, dá-nos o Espírito Santo para que possamos discernir em cada tempo o que devemos fazer”. Isto não significa repetir sempre a mesma coisa. A mensagem é a mesma: mas a Igreja vai em frente com estas surpresas, com estas novidades do Espírito Santo.

Estou ciente das objecções que poderiam ser feitas a este raciocínio: «Mas, padre, por que levantar tantos problemas? Façamos tudo como sempre fizemos, assim estamos certos». Esta hipótese poderia ser uma alternativa mas seria estéril; de “morte”. Mas é muito melhor arriscar, com a oração, a humildade, aceitar o que o Espírito nos pede para mudar de acordo com o tempo no qual vivemos: este é o caminho.

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

 

Folha Informativa 19-05-2019

Domingo V da Páscoa (PDF)     TEXTO

Madre Teresa cuidando dos pobres

A convicção de que, quanto mais pobres são,  mais os pobres representam Cristo levava Madre Teresa e a sua ordem a uma essencialidade radical.

No interior dessa dimensão essencial, as suas almas,  em contraste com a vida austera, eram ricas.

Não seria essa a causa do seu optimismo contínuo e extremo?

Morihiro Oki, Madre Teresa: amor sem limites

 

 

A concretude do amor cristão

Papa Francisco, Meditações matutinas, 7 Janeiro 2019

Giotto di Bondone, Lava-pés

Precisamos da concreta loucura apostólica dos santos de todas as épocas — capazes de queimar a própria vida socorrendo os migrantes ou permanecendo entre os leprosos — para sermos realmente cristãos.

O apóstolo João na primeira carta aos cristãos apresenta-nos um bonito desafio: que recebamos de Deus tudo o que pedimos, contanto que observemos os seus mandamentos e façamos o que for do seu agrado. E isto significa que o acesso a Deus é aberto, a porta está aberta e a chave é esta: observar os seus mandamentos e fazer o que lhe agrada.

E o seu mandamento, o primeiro, o fundamento da nossa fé é que acreditemos no nome do seu Filho Jesus Cristo e nos amemos uns aos outros. Por isso, se crermos em Jesus Cristo e nos amarmos uns aos outros, abre-se a porta a Deus.(…)

Para crer em Jesus Cristo não é suficiente dizer: «Sim, padre, creio em Jesus Cristo, fito o crucifixo e nele vejo o Filho de Deus».
Na realidade, João vai além e diz: significa «crer que Deus, o Filho de Deus veio na carne e se fez um de nós».

Precisamente esta é a fé em Jesus Cristo: um Jesus Cristo, um Deus concreto, que foi concebido no seio de Maria, nasceu em Belém, cresceu como criança, fugiu para o Egipto, voltou para Nazaré e com o seu pai aprendeu a ler, a trabalhar, a ir em frente e depois a pregar.
Concreto, um homem concreto, um homem que é Deus mas homem. Não é Deus disfarçado de homem, não. Homem, Deus que se fez homem. A carne de Cristo. Tal é a realidade do primeiro mandamento.

Também o segundo mandamento é concreto: amar, amar-nos uns aos outros, amor concreto, não amor de fantasia, que talvez me leve a dizer: «Amo-te, quanto te amo!» mas depois, com a minha língua, destruo-te com as bisbilhotices: não, isto não!.
O amor é concreto. E os mandamentos de Deus são concretos, porque o critério do Cristianismo é a concretude, não as ideias nem as palavras boas. (…)

João é um apaixonado pela encarnação de Deus que entendeu o mistério de Jesus.
E foi precisamente a sua amizade com Jesus que o fez entender isto.
Na sua primeira carta, João escreve: «Não deis fé a todos os espíritos mas ponde-os à prova». E isto significa que quando te surgir uma ideia sobre Jesus, sobre as pessoas, sobre o que fazer, sobre o pensamento de que a redenção vai por aquele caminho, põe à prova tal inspiração.

De resto, a vida do cristão é concretude na fé em Jesus Cristo e na caridade, mas é também vigilância espiritual, porque te surgem sempre ideias ou falsos profetas que te propõem um Cristo “soft”, sem muita carne, e o amor ao próximo é um pouco relativo.
Assim, acabamos por dizer: «Sim, estes estão do meu lado, mas aqueles não».

Contudo quando estas derivas começam a insinuar-se, afastemo-nos.
E é por isso que a atitude do cristão deve pôr em primeiro lugar a fé: Cristo veio na carne e a fé está no grande mandamento, no amor concreto.
Em segundo lugar, é preciso prestar atenção e discernir o que acontece. E assim é oportuno discernir se me veio à mente fazer algo.
E discerni-lo com esta grande verdade: a encarnação do Verbo e o amor concreto.

Por isso, a vigilância espiritual é importante.
No final do dia o cristão deve reflectir dois, três, cinco minutos e dizer: “Mas o que aconteceu no meu coração hoje?”». Deve averiguar consigo mesmo não tanto se cometeu um pecado ou outro, pois isto diz respeito ao sacramento da reconciliação, mas o que aconteceu no seu coração, que inspiração teve, que vontade de fazer algo.
As perguntas a fazer a si mesmo são: «Isto significa permanecer no Senhor? É segundo o espírito do Senhor?».
Sem dúvida, às vezes alguém pode dizer: “Mas o que me veio à mente é uma loucura”; contudo, talvez seja uma “loucura” do Senhor.

Nesta perspectiva não devemos ter medo, mas discernir: o que acontece comigo. E quem ajuda a discernir é o povo de Deus, a Igreja, a unanimidade da Igreja, o irmão, a irmã, que têm o carisma de nos ajudar a ver com clareza.

Por isso, para o cristão é importante o diálogo espiritual com pessoas que têm autoridade espiritual: não é necessário ir ter com o Papa nem com o bispo para ver se o que sinto é bom: há muita gente, sacerdotes, religiosas e leigos que têm a capacidade de nos ajudar a ver o que acontece no nosso espírito, para não errar.

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

 

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Xavieirinhos 26-05-2019

Domingo VI da Páscoa (PDF)    TEXTO

A Paz de Cristo

Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz.
Tu nos dás a tua paz, Senhor Jesus,
mas também nos convidas
ao esforço de fazer a paz.

Para fazer a paz, tu o disseste, Senhor,
é preciso tirar do coração os pensamentos de
inveja e os maus julgamentos,
que transformam o próximo num inimigo.

Para fazer a paz, tu o disseste, Senhor,
é preciso tirar das mãos
as pedras da raiva e o desejo de ferir
que procuram dominar o próximo.

Para fazer a paz, tu o disseste, Senhor ,
é preciso tirar da boca
as palavras que ofendem,
o ódio contra as pessoas.

Vem, Senhor
e ajuda-nos a fazer a paz.
Viveremos em harmonia
e seremos felizes.

 

 

 

 

 

Hoje é dia de festa. Uma grande festa!!!
É hoje a primeira vez que recebeste Jesus, dentro de ti, na hóstia consagrada.
É por isso que sentes Jesus tão pertinho de ti, e estás tão feliz.

Mas não te esqueças que hoje é só a Primeira Comunhão. No próximo domingo deve ser a segunda, depois a terceira, e a quarta, e a quinta….. e muitas, muitas Comunhões durante toda a tua vida.
Há meninos que pensam que depois de fazer a primeira comunhão já não precisam de ir à catequese, nem à Missa, nem de comungar mais vezes. Que grande disparate!!! Agora, que já podes receber Jesus, vais ter muito mais vontade de ir à Missa, para ficares com Jesus mais pertinho, dentro de ti.

Muitos parabéns! Hoje, é a tua festa!!
Até agora, quando vinhas à Missa, não podias participar na parte mais importante: a Comunhão.
Era como ir a uma festa mas não poder comer nada, por estar doente! Mas agora já não é assim! A partir de hoje, quando fores à Missa, já podes participar em tudo, e receber Jesus na Comunhão.

Vais ver como vais gostar ainda mais de ir à Missa assim.

 

 

Xavieirinhos 19-05-2019

Domingo V da Páscoa (PDF)    TEXTO

Amar como Jesus amou

Jesus amou, dando importância a todas as pessoas, mesmo àquelas que nesse tempo eram desprezadas.

Jesus amou, ocupando-se dos que sofriam, curando os doentes de toda a espécie de males e tornando-os saudáveis.

Jesus amou, partilhando o pão com os que tinham fome, como quando no deserto saciou uma multidão.

Jesus amou, estando ao serviço de todos, disponível para todos, indo ao ponto de lavar os pés aos discípulos.

Jesus amou, arriscando a sua vida, preferindo morrer antes de deixar de amar as pessoas, tal como Deus as ama..

 

 

 

 

 

 

 

 

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