Notícias

Primeiro Sábado – Junho

No dia 01, primeiro sábado de Junho, venha fazer companhia a Nossa Senhora e rezar o terço no Primeiro sábado de cada mês antes da missa das 18h30.

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Ofertórios do fim-de-semana – Junho

No próximo fim-de-semana,o primeiro do mês de Junho, os ofertórios das Missas destinam-se a amortizar a dívida contraída com a construção da Nova Igreja.

Sede generosos, como sempre.

Celebração da Esperança

As crianças do 5º Ano do Catecismo tiveram hoje a Celebração da Esperança, durante a Missa das 18h30.

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Primeira Comunhão

A Festa da Primeira Comunhão da nossa Catequese decorreu neste Domingo, 26 de Maio, numa celebração realizada às 10h00 na Igreja Paroquial.

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Arraial 2019

O Arraial da nossa Paróquia já tem datas marcadas: 31 de Maio e 01 de Junho. Agora precisamos de colaboradores e de ofertas.
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Peditório para a Conferência Vicentina – 18-19 de Maio

Neste fim-de-semana, de 18-19 de Maio, realiza-se o habitual peditório, no final das Missas, para a Conferência Vicentina. (mais…)

Folha Informativa 19-01-2020

Domingo II do Tempo Comum (PDF)     TEXTO

 

Masolino da Panicale, Pregação de Pedro

 

Será que somos capazes de levar a palavra de Deus ao ambiente em que vivemos?

Sabemos como falar de Cristo, do que Ele representa para nós, nas nossas famílias, entre as pessoas que fazem parte de nossa vida diária?

A fé nasce da escuta, e é reforçada pela proclamação.

Não podemos alimentar o rebanho de Deus se não nos deixarmos levar pela vontade de Deus, mesmo quando preferimos não ir, a não ser que estejamos preparados para dar testemunho de Cristo com o dom de nós mesmos, sem reservas, não de forma calculista, às vezes mesmo com o custo de nossas vidas.

Papa Francisco, 2013

 

 

Abraçar a pequenez, renunciar à exaltação

Henri Nouwen, In “O esvaziamento de Cristo”

Madox Ford Brown, Jesus lava os pés a Pedro

Nunca chegaremos a conhecer a nossa verdadeira vocação na vida, a menos que estejamos dispostos a aceitar o apelo radical que o Evangelho nos faz. Ao longo dos últimos vinte séculos, muitos cristãos ouviram este apelo e responderam-lhe num espírito de verdadeira obediência.

Uns tornaram-se eremitas do deserto, ao passo que outros se tornaram servos na cidade.
Uns partiram para terras distantes como pregadores, professores e médicos, ao passo que outros ficaram onde estavam e formaram a sua família, trabalhando fielmente.
Uns tornaram-se famosos, enquanto outros continuaram a ser desconhecidos.

Embora as suas respostas revelem uma diversidade extraordinária, todos estes cristãos aceitaram o apelo para seguir Cristo sem condescendências.
Independentemente da forma particular que conferimos à nossa vida, a chamada de Jesus ao discipulado é primordial, tudo abrangendo, tudo incluindo, e exigindo um compromisso total.

Não podemos ser apenas um bocadinho a favor de Cristo, dar-Lhe um pouco de atenção, ou fazer d’ Ele apenas uma de entre muitas outras preocupações.
Será possível seguir Cristo ao mesmo tempo que se dá resposta às exigências do mundo, escutar Cristo e prestar igual atenção aos outros, carregar a cruz de Cristo, ao mesmo tempo que se carrega muitos outros fardos?

Jesus estabelece, certamente, uma distinção muito clara. «Ninguém pode servir a dois senhores», insistia Ele, não hesitando em confrontar-nos com as exigências firmes do seu apelo: «Como é estreita a porta e quão apertado é o caminho que conduz à vida (…). Quem amar o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim».
Estas palavras de desafio não são dirigidas apenas a alguns dos discípulos de Jesus que têm aquilo a que se pode chamar «vocação especial». Pelo contrário, dirigem-se a todos os que se consideram cristãos, indicando a natureza radical do apelo. Não existe nenhuma forma fácil de seguir Cristo.

A história da nossa salvação sobrepõe-se e resiste radicalmente à filosofia do movimento ascendente.
O grande paradoxo que nos revela a Escritura é que a verdadeira e total liberdade só se pode encontrar através do movimento descendente.
No centro da nossa fé cristã encontra-se o mistério que Deus escolheu para revelar o mistério divino mediante a submissão sem reservas ao impulso descendente. Deus não só escolheu um povo insignificante para transmitir a Palavra da salvação ao longo dos séculos, não só escolheu um pequeno resto desse povo para cumprir as promessas divinas, não só escolheu uma humilde jovem de uma cidade desconhecida da Galileia para a tornar o templo da Palavra, mas também decidiu manifestar a plenitude do amor divino num homem cuja vida desembocou numa morte humilhante fora das muralhas da cidade.

Com efeito, aquele que estava com Deus desde o princípio e que era Deus revelou-Se como uma criança pequena e indefesa; como refugiado no Egipto; como adolescente obediente e adulto discreto; como discípulo penitente do Baptista; como pregador da Galileia, seguido por alguns simples pescadores; como homem que comia com pecadores e conversava com estranhos; como marginal, como criminoso e como ameaça para o seu povo. Passou do poder para a impotência total, da grandeza para a pequenez, do êxito para o fracasso, da força para a fraqueza, da glória para a ignomínia.
Toda a vida de Jesus de Nazaré resistiu a qualquer movimento ascendente.

O evangelho inverte radicalmente os pressupostos da nossa sociedade em movimento ascendente. É um desafio estranho e perturbador.
Algures, no fundo dos nossos corações, nós já sabemos que o êxito, a fama, a influência, o poder e o dinheiro não nos transmitem a alegria e a paz interiores por que ansiamos.
Algures podemos até sentir uma certa inveja daqueles que se despojaram de todas as falsas ambições e que encontraram uma realização mais profunda na sua relação com Deus.

 

Vocação é escuta, discernimento e vida

Papa Francisco

Na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, é preciso escutar, discernir e viver a Palavra, que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo, nos permite render os talentos, fazendo de nós instrumentos de salvação no mundo e orientando-nos à plenitude da felicidade.
O chamamento do Senhor não é evidente, como tantas coisas que podemos ouvir, ver ou tocar na nossa experiência diária.
Deus vem de forma silenciosa e discreta, sem Se impor à nossa liberdade.
Assim, pode acontecer que a sua voz fique sufocada pelas muitas inquietações e solicitações que ocupam a nossa mente e o nosso coração.

Ler os sinais dos tempos com os olhos da fé
Por isso, é preciso preparar-se para uma escuta profunda da sua Palavra, prestar atenção aos seus detalhes diários e aprender a ler os sinais dos tempos com os olhos da fé, sempre abertos às surpresas do Espírito.
Porém, cada um de nós pode descobrir a própria vocação através do discernimento espiritual.
Hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, para superar as tentações da ideologia e do fatalismo.
Todo o cristão deveria desenvolver a capacidade de ler os acontecimentos da vida e identificar o que o Senhor quer de si, para continuar a sua missão.

A vocação realiza-se hoje!
A missão cristã é para o momento presente!
Cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimónio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – a ser testemunha do Senhor, aqui e agora.

O Senhor continua a chamar-nos a segui-l’O.
Respondamos a Ele com o nosso generoso “sim”: “Eis-me aqui”.

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Folha Informativa 12-01-2020

Festa do Baptismo do Senhor (PDF)     TEXTO

 

Giotto, Baptismo do Senhor

Como Jesus após o seu Baptismo, deixemo-nos ser guiados pelo Espírito Santo em tudo o que fazemos.

Mas para isso, devemos invocá-l’O!
Aprendamos a invocar o Espírito Santo com mais frequência, nos nossos dias, para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias.

A missão da Igreja e a de cada um de nós, para ser fiel e frutuosa, é chamada a inserir-se na de Jesus. Trata-se de regenerar continuamente na oração a evangelização e o apostolado, para dar um claro testemunho cristão, não segundo nossos projectos humanos, mas segundo o estilo de Deus”.

Papa Francisco, Festa do Baptismo do Senhor, 2019

 

 

Morrer para Si e viver do Espírito

Enzo Bianchi , In “Monastero di Bose” (excertos)

Bacchiacca, Baptismo de Jesus

Jesus, cujo nome significa “o Senhor salva”, é conotado através da sua proveniência de Nazaré, povoação da sua família e da sua infância.
Sim, Jesus de Nazaré é um nome humaníssimo, e é talvez por isso que no último século, no interior da espiritualidade cristã e não só, goza de uma sorte privilegiada em relação a outros títulos ou designações: isto não é um desconhecimento da sua divindade, mas responde à necessidade de afirmar a sua humanidade, que é antes de tudo solidariedade connosco, homens e mulheres.

E eis que aquele do qual é anunciado que baptiza, é agora baptizado, mergulhado por João. Seja dito com clareza: João imerge Jesus no Jordão, mergulha-O nas águas, e assim Jesus é como que imergido na morte, afogado e depois erguido, arrancado ao vórtice que submerge. É assim que Jesus desce, alcança o mais baixo do que é baixo, o último lugar que nunca Lhe será tirado.

Não podemos esquecer que esta primeira manifestação pública de Jesus surgiu como escandalosa para os primeiros cristãos, que, aclamando-O na fé como Senhor, temiam que neste acontecimento fosse percepcionado como inferior ao Baptista. Deste modo, progressivamente, deixar-se-á de recordar o facto de que foi João a imergir Jesus. Não é por acaso que, no Evangelho segundo Mateus, Jesus é apresentado como Aquele que tem de convencer o Baptista a mergulhá-l’O, vencendo a sua hesitação: «Deixa fazer por agora, porque convém que cumpramos toda a justiça».

*É precisamente nesta condição “baixa” que acontece para Jesus uma manifestação de Deus, uma teofania. Enquanto sobe da água, vê os céus rasgados e o Espírito descer sobre Ele como uma pomba. Vê o que os outros não vêem, recebe uma revelação que aos outros permanece oculta. Os céus rasgaram-se sobre Ele, Jesus tem plena comunhão com Deus, a Terra e o Céu estão em comunicação. E precisamente nesses céus abertos Jesus vê o Espírito de Deus – que muitas vezes tinha descido sobre os profetas, e constituía a unção do Servo-Profeta anunciado por Isaías – descer sobre Ele como uma pomba.

Nas páginas de Isaías lê-se: «Onde está aquele que tirou das ondas o pastor do seu reba­nho? Onde está aquele que pôs no meio deles o seu santo espírito?». É por isso que Jesus recebe o Espírito no momento de sair das águas. O Espírito que desce sobre Ele é o mesmo Sopro que pairava sobre as águas da primeira criação, e desce agora sobre Jesus, que se torna a Morada de Deus.

A acção de Deus, mediante a imagem da pomba, é acompanhada pela palavra pronunciada pela voz que chega do céu: «Tu és o Filho meu, o amado; em ti pus o meu comprazimento». É a palavra que revela Jesus na sua identidade mais profunda, palavra que Jesus deverá interiorizar na sua vida humana para responder plenamente à sua vocação, à sua missão, mas antes de tudo à sua verdade.
Esta voz implica a paternidade de Deus sobre Jesus e especifica que Ele é o único Filho, o Filho amado, como era Isaac para o seu pai Abraão.

A imersão nas águas da morte, da rejeição e da traição, Jesus vivê-la-á na sua paixão, que será a sua epifania sobre a cruz: Jesus crucificado entre dois pecadores, em plena solidariedade connosco, humanos, tal como começou o seu ministério. Então, quando os céus parecem fechados, ao seu expirar rasga-se o véu do templo, porque o Santo dos santos, o lugar da presença na Terra, do diálogo definitivo entre Terra e Céu, é precisamente Ele, Jesus. O véu rasgado é o sinal de que todo o ser humano poder ter comunhão com Deus através do corpo de Jesus, dador de Espírito e de vida

 

Viver o nosso Baptismo

São Josemaria E. Balaguer, É Cristo que passa

Cada um de nós tem que ser ipse Christus, o próprio Cristo. Ele é o único Medianeiro entre Deus e os homens ; e nós unimo-nos a Ele para com Ele oferecermos todas as coisas ao Pai. A nossa vocação de filhos de Deus, no meio do mundo, exige não apenas que procuremos atingir a nossa santidade pessoal, mas que avancemos pelos caminhos da terra, para convertê-los em atalhos que, através dos obstáculos, levem as almas ao Senhor; que tomemos parte, como cidadãos comuns, em todas as actividades temporais, para sermos levedura que informe a massa inteira.

A experiência da nossa fragilidade e dos nossos erros, a desedificação que pode causar o espectáculo doloroso da pequenez ou até da mesquinhez de alguns que se chamam cristãos, o aparente fracasso ou a desorientação de alguns movimentos apostólicos, tudo isso pode, no entanto, constituir uma prova para a nossa fé e fazer com que se insinuem a tentação e a dúvida: onde estão a força e o poder de Deus? É o momento de reagir, de pormos em prática com mais pureza e energia a nossa esperança e, portanto, de procurarmos que seja mais firme a nossa fidelidade.

Gostaria que considerássemos agora esse manancial de graça divina que são os Sacramentos, maravilhosa manifestação da misericórdia de Deus. Meditemos devagar na definição do Catecismo de São Pio V: determinados sinais sensíveis que causam a graça, e ao mesmo tempo a declaram, como que pondo-a diante dos olhos. Deus Nosso Senhor é infinito, seu amor é inesgotável, sua clemência e sua piedade para connosco não admitem limites.

E, embora nos conceda a sua graça de muitas outras maneiras, instituiu expressa e livremente – só Ele o podia fazer – esses sete sinais eficazes, para que de um modo estável, simples e acessível a todos, os homens pudessem participar dos méritos da Redenção.

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Xavieirinhos 31-03-2019

Domingo IV da Quaresma (PDF)    TEXTO

Fico feliz quando faço a paz!
Senhor:
Tinha o coração triste.
Tinha-me zangado com o meu amigo.
Tinha mesmo dado bofetadas e dito palavras más.
Não me sentia bem comigo.
Os meus companheiros não me falavam.
Senhor, era infeliz.
A ti, Senhor, peço perdão.
Com os meus colegas fiz a paz
e prometi não voltar afazer a guerra.
Hoje, é como uma festa.
Juntos jogamos, rimo-nos,
juntos fazemos projectos,
somos amigos.
os nossos corações estão cheios de alegria.
É como uma festa,
uma festa contigo,
Senhor!

 

 

 

Xavieirinhos 24-03-2019

Domingo III da Quaresma (PDF)    TEXTO

Ouvimos hoje, no Evangelho, a história de uma figueira que não dava fruto.

O dono da figueira quis mandar cortá-la, porque disse que uma figueira que não dá fruto não serve para nada. Mas o agricultor que cuidava da figueira, quis dar-lhe ainda mais uma oportunidade, e tratá-la muito bem para tentar que ela ainda desse fruto.

Deus também é assim para com todos nós: Deus criou-nos com qualidades, e espera que nós utilizemos essas qualidades para dar frutos: isto é, devemos utilizar essas qualidades para o bem de todos.

Deus espera que sejamos bons e ajudemos os outros, e também que trabalhemos para desenvolver as nossas qualidades e sermos mais úteis para toda a comunidade.

A nossa vida deve ser uma árvore cheia de frutos!

Mas, mesmo quando nós não usamos os dons que Deus nos deu para dar frutos, e somos preguiçosos e egoístas, Deus não desiste: Deus está sempre pronto a perdoar-nos e a dar-nos mais uma oportunidade.

 

 

 

 

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