Notícias

Festa de Santo António em Caselas

A Festa de Santo António, padroeiro secundário de Lisboa, foi celebrada a 13 de Junho na Igreja da Sagrada da Família, em Caselas, com uma Missa presidida pelo nosso Prior, Cónego José Manuel Santos Ferreira, e concelebrada pelo Pe. António Colimão e pelo Pe. Fernando Tavares. (mais…)

Trono de Santo António em Caselas

Como é tradição em Caselas, o Trono de Santo António já foi montado e está em exposição à entrada da Igreja da Sagrada Família. (mais…)

Trono de Santo António

Montado por Maria Antónia Braga, este é o trono de Santo António que a nossa Igreja Paroquial apresenta ao Concurso de Tronos e Figuras de Santo António. (mais…)

Profissão de Fé

As crianças do 6º Catecismo fizeram a sua Profissão de Fé durante a Missa das 12h00 de Domingo, dia 09 de Junho.

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Terço dos Homens – 13 de Junho

Na próxima quinta-feira, dia 13 de Junho, realiza-se mais um Terço dos Homens, a partir das 21h15 na Igreja Paroquial. (mais…)

Dia de Santo António em Caselas

Como é tradição na nossa Paróquia, o Dia de Santo António, Padroeiro secundário de Portugal, é assinalado com uma Missa às 17h00 do dia 13 de Junho na Igreja da Sagrada Família, em Caselas. (mais…)

Folha Informativa 16-02-2020

Domingo VI do Tempo Comum (PDF)     TEXTO

Miguel Ângelo, Julgamento Final

 

 

Quando Jesus diz aos seus discípulos  que o seu modo de falar deve ser ‘sim, sim’ ou ‘não, não’,
é porque a hipocrisia não fala a verdade, porque a verdade não está nunca sozinha: está sempre com o amor.

Não há verdade sem amor.

Papa Francisco, 2013

 

 

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente

Publicamos hoje na íntegra a Mensagem do Papa para o Dia Mundial do Doente (11 de Fevereiro) pela importância acrescida que tem ao sublinhar a exclusão da eutanánia.

«Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei de aliviar-vos» (Mt 11, 28)

Queridos irmãos e irmãs!

1. Estas palavras ditas por Jesus – «vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei de aliviar-vos» (Mt 11, 28) – indicam o caminho misterioso da graça, que se revela aos simples e revigora os cansados e exaustos. Tais palavras exprimem a solidariedade do Filho do Homem, Jesus Cristo, com a humanidade aflita e sofredora. Há tantas pessoas que sofrem no corpo e no espírito! A todas, convida a ir ter com Ele – «vinde a Mim» –, prometendo-lhes alívio e recuperação. «Quando Jesus pronuncia estas palavras, tem diante dos seus olhos as pessoas que encontra todos os dias pelas estradas da Galileia: muita gente simples, pobres, doentes, pecadores, marginalizados pelo ditame da lei e pelo opressivo sistema social. Este povo sempre acorreu a Ele para ouvir a sua palavra, uma palavra que incutia esperança» (Angelus, 6 de Julho de 2014).

No XXVIII Dia Mundial do Doente, Jesus dirige este convite aos doentes e oprimidos, aos pobres cientes de dependerem inteiramente de Deus para a cura de que necessitam sob o peso da provação que os atingiu. A quem vive na angústia devido à sua situação de fragilidade, sofrimento e fraqueza, Jesus Cristo não impõe leis, mas, na sua misericórdia, oferece-Se a Si mesmo, isto é, a sua pessoa que dá alívio. A humanidade ferida é contemplada por Jesus com olhos que vêem e observam, porque penetram em profundidade: não correm indiferentes, mas param e acolhem o homem todo e todo o homem segundo a respectiva condição de saúde, sem descartar ninguém, convidando cada um a fazer experiência de ternura entrando na vida d’Ele.

2. Porque tem Jesus Cristo estes sentimentos? Porque Ele próprio Se tornou frágil, experimentando o sofrimento humano e recebendo, por sua vez, alívio do Pai. Na verdade, só quem passa pessoalmente por esta experiência poderá ser de conforto para o outro. Várias são as formas graves de sofrimento: doenças incuráveis e crónicas, patologias psíquicas, aquelas que necessitam de reabilitação ou cuidados paliativos, as diferentes formas de deficiência, as doenças próprias da infância e da velhice, etc. Nestas circunstâncias, nota-se por vezes carência de humanidade, pelo que se revela necessário, para uma cura humana integral, personalizar o contacto com a pessoa doente acrescentando a solicitude ao tratamento. Na doença, a pessoa sente comprometidas não só a sua integridade física, mas também as várias dimensões da sua vida relacional, intelectiva, afectiva, espiritual; e por isso, além das terapias, espera amparo, solicitude, atenção, em suma, amor. Além disso, junto do doente, há uma família que sofre e pede, também ela, conforto e proximidade.

3. Queridos irmãos e irmãs enfermos, a doença coloca-vos de modo particular entre os «cansados e oprimidos» que atraem o olhar e o coração de Jesus. Daqui vem a luz para os vossos momentos de escuridão, a esperança para o vosso desalento. Convida-vos a ir ter com Ele: «Vinde». Com efeito, n’Ele encontrareis força para ultrapassar as inquietações e interrogativos que vos surgem nesta «noite» do corpo e do espírito. É verdade que Cristo não nos deixou receitas, mas, com a sua paixão, morte e ressurreição, liberta-nos da opressão do mal.

Nesta condição, precisais certamente dum lugar para vos restabelecerdes. A Igreja quer ser, cada vez mais e melhor, a «estalagem» do Bom Samaritano que é Cristo (cf. Lc 10, 34), isto é, a casa onde podeis encontrar a sua graça, que se expressa na familiaridade, no acolhimento, no alívio. Nesta casa, podereis encontrar pessoas que, tendo sido curadas pela misericórdia de Deus na sua fragilidade, saberão ajudar-vos a levar a cruz, fazendo, das próprias feridas, frestas através das quais divisar o horizonte para além da doença e receber luz e ar para a vossa vida.

Nesta obra de restabelecimento dos irmãos enfermos, insere-se o serviço dos profissionais da saúde – médicos, enfermeiros, pessoal sanitário, administrativo e auxiliar, voluntários –, pondo em acção as respectivas competências e fazendo sentir a presença de Cristo, que proporciona consolação e cuida da pessoa doente tratando das suas feridas. Mas, também eles são homens e mulheres com as suas fragilidades e até com as suas doenças. Neles se cumpre de modo particular esta verdade: «Quando recebemos o alívio e a consolação de Cristo, por nossa vez somos chamados a tornar-nos alívio e consolação para os irmãos, com atitude mansa e humilde, à imitação do Mestre» (Angelus, 6 de Julho de 2014).

4. Queridos profissionais da saúde, qualquer intervenção diagnóstica, preventiva, terapêutica, de pesquisa, tratamento e reabilitação há de ter por objectivo a pessoa doente, onde o substantivo «pessoa» venha sempre antes do adjectivo «doente». Por isso, a vossa acção tenha em vista constantemente a dignidade e a vida da pessoa, sem qualquer cedência a actos de natureza eutanásica, de suicídio assistido ou supressão da vida, nem mesmo se for irreversível o estado da doença.

Quando vos defrontais com os limites e possível fracasso da própria ciência médica perante casos clínicos cada vez mais problemáticos e diagnósticos funestos, sois chamados a abrir-vos à dimensão transcendente, que vos pode oferecer o sentido pleno da vossa profissão. Lembremo-nos de que a vida é sacra e pertence a Deus, sendo por conseguinte inviolável e indisponível (cf. Instr. Donum vitae, 5; Enc. Evangelium vitae, 29-53). A vida há de ser acolhida, tutelada, respeitada e servida desde o seu início até à morte: exigem-no simultaneamente tanto a razão como a fé em Deus, autor da vida. Em certos casos, a objecção de consciência deverá tornar-se a vossa opção necessária, para permanecerdes coerentes com este «sim» à vida e à pessoa. Em todo o caso, o vosso profissionalismo, animado pela caridade cristã, será o melhor serviço ao verdadeiro direito humano: o direito à vida. Quando não puderdes curar, podereis sempre cuidar com gestos e procedimentos que proporcionem amparo e alívio ao doente.

Infelizmente, nalguns contextos de guerra e conflitos violentos, são atacados o pessoal sanitário e as estruturas que se ocupam da recepção e assistência dos doentes. Nalgumas áreas, o próprio poder político pretende manipular a seu favor a assistência médica, limitando a justa autonomia da profissão sanitária. Na realidade, atacar aqueles que se dedicam ao serviço dos membros sofredores do corpo social não beneficia a ninguém.

5. Neste XXVIII Dia Mundial do Doente, penso em tantos irmãos e irmãs de todo o mundo sem possibilidades de acesso aos cuidados médicos, porque vivem na pobreza. Por isso, dirijo-me às instituições sanitárias e aos governos de todos os países do mundo, pedindo-lhes que não sobreponham o aspecto económico ao da justiça social. Faço votos de que, conciliando os princípios de solidariedade e subsidiariedade, se coopere para que todos tenham acesso a cuidados médicos adequados para salvaguardar e restabelecer a saúde. De coração agradeço aos voluntários que se colocam ao serviço dos doentes, procurando em não poucos casos suprir carências estruturais e reflectindo, com gestos de ternura e proximidade, a imagem de Cristo Bom Samaritano.

À Virgem Maria, Saúde dos Enfermos, confio todas as pessoas que carregam o fardo da doença, juntamente com os seus familiares, bem como todos os profissionais da saúde. Com cordial afecto, asseguro a todos a minha proximidade na oração e envio a Bênção Apostólica.

Franciscus

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Folha Informativa 09-02-2020

Domingo V do Tempo Comum (PDF)     TEXTO

Fra Angelico, Transfiguração de Cristo

A luz é assumida como símbolo da revelação de Deus e da sua presença na história. Deus é transcendente, e isto expressa-se pelo facto de a luz ser exterior a nós, precede-nos, excede-nos, supera-nos.

Porém, está também presente e activo na criação e na história humana, mostrando-Se imanente, e isto é ilustrado pelo facto de a luz nos envolver, distinguir, aquecer, invadir.

Por isso também o fiel se torna luminoso: Também o fiel justo se torna fonte de luz, uma vez que se deixa envolver pela luz divina, como afirma Jesus no seu célebre “discurso da montanha”: «Vós sois a luz do mundo…

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens»

Cardeal Gianfranco Ravasi, no Ano Internacional da Luz

 

 

Ilumina e serás iluminado

P. Ermes Ronchi, In Lachiesa.it

Rembrandt, Apresentação de Jesus no templo

Jesus tinha acabado de proclamar o núcleo da sua mensagem, as bem-aventuranças, e acrescenta, dirigindo-Se aos seus discípulos e a nós: se as viverdes, sereis sal e luz da terra.

Uma afirmação que surpreende: que Deus é a luz do mundo já o tínhamos ouvido, o Evangelho de João repetiu-o, e nós acreditamos; mas ouvir – e crer – que também o ser humano é luz, que o somos também eu e tu, com todos os nossos limites e sombras, é surpreendente.

E não se trata de uma exortação de Jesus, “esforçai-vos por vos tornardes luz”, mas “sabei que já o sois”. A lâmpada, se estiver acesa, não tem de se esforçar por dar luz, porque é da sua natureza; assim também vós. A luz é o dom natural do discípulo.

É incrível a consideração, a confiança que Jesus comunica, a esperança que repõe em nós. E encoraja-nos a tomar consciência disso: não fiques na superfície de ti mesmo, na porosidade do barro, mas procura em profundidade, no reduto secreto do coração, desce ao centro de ti próprio e lá encontrarás uma lâmpada acesa, uma mão cheia de sal.

Vós que viveis segundo o Evangelho, sede luz no mundo. E sede-o não com a doutrina ou as palavras, mas com as obras: resplandeça a vossa luz nas vossas boas obras. Tu podes realizar obras de luz! E são as mansas, as puras, as justas e as pobres as obras alternativas às escolhas do mundo, a diferença evangélica oferecida à flor da vida.

Quando segues o amor como única regra, então és luz e sal para quem te encontra. Quando duas pessoas se amam, tornam-se luz na escuridão, lâmpada para os passos de muitos. Em qualquer lugar onde se quer o bem, é espalhado o sal que dá o bom sabor à vida.
Na primeira leitura, Isaías sugere a estrada onde a luz deve estar: «Reparte o teu pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem abrigo, leva roupa ao que não tem que vestir e não voltes as costas ao teu semelhante. Então a tua luz despontará como a aurora e as tuas feridas não tardarão a sarar».
Ilumina os outros e serás iluminado, cura os outros e serás curado.

Não te curves sobre a tua história e sobre as tuas derrotas, mas ocupa-te da terra, da cidade do outro; senão nunca te tornarás um homem ou mulher radiosa.
Quem olha só para si nunca se ilumina. Então serás lâmpada sobre o candelabro, mas segundo a forma própria da luz, que não faz ruído e não violenta as coisas.  Acaricia-as e faz emergir o belo que existe nelas.

Assim também «nós do Evangelho» somos pessoas que a cada dia acariciamos a vida e revelamos a sua beleza oculta.

Jesus ilumina o espaço do coração

Hesíquio do Sinai, (séc. V?), monge

O sal sensível dá sabor ao pão e a todos os alimentos, impede certas carnes de apodrecerem, conservando-as durante muito tempo.
Considera que o mesmo acontece com a guarda da inteligência, pois ela cumula de sabor divino tanto o homem interior como o homem exterior, expulsa o odor fétido dos maus pensamentos e permite-nos perseverar no bem.

De uma sugestão nascem numerosos pensamentos e destes más acções sensíveis; mas quem, com Jesus, apaga imediatamente a primeira, evita as suas consequências e poderá enriquecer-se com o suave conhecimento divino pelo qual encontrará Deus, que está presente em toda a parte.

Estando o espelho da inteligência diante de Deus, é continuamente iluminado, à imagem do puro cristal e do sol sensível.
Então, tendo alcançado o cume definitivo dos desejos, a inteligência repousa nele de qualquer outra contemplação. […]

Quem olha o sol não pode deixar de ficar com os olhos inundados de luz.
Da mesma maneira, quem se debruça permanentemente sobre o espaço do seu coração não pode deixar de ficar iluminado. […]

Quando as nuvens se dissipam, o ar fica limpo; da mesma maneira, quando os fantasmas das paixões se dissipam diante de Jesus Cristo, o Sol da Justiça, nascem no coração pensamentos luminosos, semelhantes às estrelas.
Pois Jesus ilumina o espaço do coração.

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Xavieirinhos 28-04-2019

Domingo II da Páscoa ou da Divina Misericórdia (PDF)    TEXTO

 

Cristo ressuscitado,
os primeiros apóstolos viram-te, tocaram-te, escutaram-te e acreditaram em ti.

Nós, os teus amigos de hoje
não te contemplámos, nem escutámos a tua voz, mas acreditamos em ti.

Cristo ressuscitado,
acreditamos na tua presença, no meio de nós, em assembleia, reunidos a celebrar a tua Páscoa.

Acreditamos na tua presença,
no Evangelho que é proclamado e que é para nós alegre notícia, sempre cheio de novidade.

Acreditamos na tua presença,
no Pão consagrado e repartido, aos que têm fome de vida nova e querem viver o teu Evangelho.

Acreditamos na tua presença,
nas pessoas que lá fora encontramos e que são um apelo permanente aos nossos gestos de amor e de serviço.

Acreditamos que estás vivo.
Contigo vale a pena estar alegre. E como Tomé, te dizemos:
“Meu Senhor e meu Deus!”

 

 

 

 

Xavieirinhos 21-04-2019

Domingo da Páscoa da Ressurreição do Senhor (PDF)    TEXTO

 

Aleluia! Aleluia! Cristo ressuscitou! Aleluia!

Hoje é um dia de grande alegria, porque Jesus tinha sido morto e ressuscitou.

Estivemos toda a Quaresma a prepararmo-nos para esta grande festa, a esforçarmo-nos para mudar, para sermos melhores, para deitarmos fora o fermento velho (lembram-se de ouvir isto hoje, na segunda leitura?) e chegarmos à Páscoa feitos de massa nova, com um coração novo, mais preparado para amar Jesus e as outras pessoas.

Agora, que estamos no dia da grande festa, em que Jesus ressuscitou e mostrou que todos nós, que acreditamos n’Ele, havemos de ressuscitar um dia, vamos continuar a fazer todas as coisas boas que já nos habituámos a fazer na Quaresma.

Vamos mostrar que mudámos mesmo, e que somos agora melhores que antes do início da Quaresma.

Uma Santa Páscoa para todos!

 

 

 

 

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