Notícias

Peditório para a Conferência Vicentina – 19-20 de Setembro

No próximo fim-de-semana, de 19-20 de Setembro, vai haver o habitual peditório para a Conferência Vicentina. No entanto, devido à pandemia, a recolha das ofertas é feita à entrada para as Missas. [ler +]

Terço dos Homens – 13 de Setembro 2020

Neste Domingo, dia 13 de Setembro, venha rezar o Terço dos Homens.  [ler +]

A actual pandemia e o novo Ano Pastoral

Mensagem do nosso Prior, Cónego José Manuel Ferreira, a propósito do início do novo Ano Pastoral. [ler +]

A Folha Informativa está de volta

Terminada a habitual interrupção durante as férias de Verão, a Folha Informativa regressa neste primeiro fim-de-semana de Setembro. [ler +]

Bênção dos Estudantes da Paróquia

No início do Ano Lectivo, vamos ter pela primeira vez, no dia 13 de Setembro, a Bênção dos Estudantes da Paróquia. [ler +]

Folha Informativa 20-09-2020

Domingo XXV do Tempo Comum (PDF)  TEXTO

Salomon Koninck, Parábola dos trabalhadores na vinha

Para Deus, não é decisiva a hora a que se respondeu ao seu apelo; o que é decisivo é que se tenha respondido ao seu convite para trabalhar na vinha
do Reino.

Para Deus, não há tratamento “especial” por antiguidade; para Deus, todos os seus filhos são iguais e merecem o seu amor.

Para Jesus, Deus não é um contabilista, sempre de lápis na mão a fazer as contas dos homens para lhes pagar conforme os seus merecimentos; mas é um pai, cheio de bondade, que ama todos os seus filhos por igual e que derrama sobre todos, sem excepção, o seu amor.

DEHONIANOS

A Caminho: Catequese 2020-2021

Pe. António Borges

Giorgio Bondone, a fuga para o Egipto

Como foi divulgado, a Paróquia de São Francisco Xavier abriu as inscrições para a Catequese 2020-2021 no passado dia 08 de Setembro, dia da Natividade de Nossa Senhora.

No dia 13 de Outubro, dia da última aparição de Nossa Senhora, em Fátima, aos três pastorinhos, iniciaremos as sessões de Catequese.

Quer isto dizer que Maria será nossa Guia e Mestra ao encontro de Jesus:
• Ela inspira os trabalhos de preparação dos novos espaços de catequese;
• Como Mãe atenta, ela está na equipa de acolhimento, que vai recomendar todas as regras de saúde, para que as sessões de Catequese tenham toda a segurança de saúde;
• Como pedagoga, Ela faz parte da formação dos Catequistas;
• Como Sede de Sabedoria, Ela sugere o planeamento e acompanha as diligências organizativas;
• Como Causa da nossa Alegria, Ela, connosco, irá prepara todas as Celebrações da nossa Fé.

Somos todos convidados a ser bons filhos, pondo cada um a render os dons que recebeu.
A Coordenação da Catequese 2020-2021 será feita pela Elsa França, pela Leonor Ferreira e pelo Pe. António Borges.

«Se és indiferente [a Deus], aceita arriscar: não ficarás desiludido»

Papa Francisco, Março de 2013

Ascensão, Giotto di Bondone

O Papa Francisco dirigiu um apelo aos não crentes e às pessoas que se afastaram de Cristo por pensarem que não conseguem ser fiéis, para que se voltem a aproximar de Deus, na confiança de que Ele as espera com um abraço.

«Aceita (…) que Jesus Ressuscitado entre na tua vida, acolhe-O como amigo, com confiança: Ele é a vida! Se até agora estiveste longe d’Ele, basta que faças um pequeno passo e Ele te acolherá de braços abertos. Se és indiferente, aceita arriscar: não ficarás desiludido», afirmou Francisco na homilia da sua primeira Vigília Pascal como papa, no Vaticano. «Se te parece difícil segui-l’O, não tenhas medo, entrega-te a Ele, podes estar seguro de que Ele está perto de ti, está contigo e dar-te-á a paz que procuras e a força para viver como Ele quer», declarou na celebração que assinala a ressurreição de Jesus e que é considerada o centro do ano litúrgico da Igreja Católica.

Deus é sempre o novo que muda a vida e as convicções de que dele se aproxima, mas a perspectiva de mudança não deve constituir um obstáculo, apontou: «Frequentemente mete-nos medo a novidade, incluindo a novidade que Deus nos traz, a novidade que Deus nos pede. (…) Tememos as surpresas de Deus; temos medo das surpresas de Deus! Ele não cessa de nos surpreender!».

A importância de recordar os gestos de Cristo foi também sublinhada pelo papa: «Fazer memória daquilo que Deus fez e continua a fazer por mim, por nós, fazer memória do caminho percorrido; e isto abre de par em par o coração à esperança para o futuro. Aprendamos a fazer memória daquilo que Deus fez na nossa vida».

A evocação de Cristo não tem como finalidade a mera lembrança de acontecimentos históricos porque Ele, vincou o papa, continua vivo e actuante: «Quantas vezes precisamos que o amor nos diga: Porque buscais o Vivente entre os mortos? Os problemas, as preocupações de todos os dias tendem a fechar-nos em nós mesmos, na tristeza, na amargura… e aí está a morte. Não procuremos aí o Vivente».
«Jesus já não está no passado, mas vive no presente e lança-Se para o futuro: é o “hoje” eterno de Deus. Assim se apresenta a novidade de Deus diante dos olhos das mulheres, dos discípulos, de todos nós: a vitória sobre o pecado, sobre o mal, sobre a morte, sobre tudo o que oprime a vida e lhe dá um rosto menos humano. E isto é uma mensagem dirigida a mim, a ti, amada irmã e amado irmão», acrescentou.

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Folha Informativa 13-09-2020

Domingo XXIV do Tempo Comum (PDF)  TEXTO

Andrey Yanev, Perdão

Senhor, quanto vieres na tua glória, não Te lembres somente dos homens de boa vontade; lembra-Te também dos homens de má vontade.

E, no dia do Julgamento, não Te lembres apenas das crueldades e violências que eles praticaram: lembra-Te também dos frutos que produzimos por causa daquilo que eles nos fizeram.

Lembra-Te da paciência, da coragem, da confraternização, da humildade, da grandeza de alma e da fidelidade que os nossos carrascos acabaram por despertar em cada um de nós.

Permite, então, Senhor, que os frutos em nós despertados possam servir também para salvar esses homens

Oração encontrada entre os escassos pertences de um judeu, morto num campo de concentração

Caminhar com Cristo em comunidade

Pe. António Borges

 

Ferdinand Georg Waldmüller, Encontro com a samaritana

O Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, com base na Constituição Sinodal de Lisboa (CSL), propõe para o novo ano pastoral 2020-2021 dois grandes motes:
1. “sair com Cristo ao encontro de todas as periferias” (CSL, 53) e
2. “fazer da Igreja uma rede de relações fraternas” (CSL, 60).

• Todos somos necessários na vida eclesial.
Todos somos convidados a crescer em co-responsabilidade e em solidariedade.
Não basta querer bem aos outros; importa que os outros sintam que são considerados e que são relevantes.
Nas circunstâncias históricas que atravessamos são-nos pedidos esforços acrescidos para o bem comum.

• Criar condições para o encontro com Cristo e para a construção de relações fraternas requer o cuidado da “casa comum”.
A preocupação ecológica integral interpela-nos à conversão:
1. para a gratidão;
2. para a comunhão universal;
3. para o desenvolvimento do melhor que cada um tem para dar, de modo a ajudar a construir soluções para os dramas da vida e do mundo.

A equação do Perdão

Papa Francisco, 01 de Março de 2016

Hans von Tubigen, O bom ladrão

Dirijo-me a Deus, recordando-lhe a sua misericórdia e peço-Lhe perdão, mas o perdão como Deus o concede.

Há uma característica deste perdão de Deus, cuja perfeição é incompreensível a nós homens, pois Ele chega a “esquecer-se” dos nossos pecados. Quando Deus perdoa, o seu perdão é tão grande que é como se “Se esquecesse”.
Assim, uma vez que estamos em paz com Deus pela sua misericórdia, se perguntássemos ao Senhor: «Mas recordas-Te daquela má acção que pratiquei?», a resposta poderia ser: «Qual? Não recordo…».
Acontece o oposto daquilo nós fazemos e que emerge com frequências das nossas conversas: “Mas este fez isto e aquilo…”. Nós não nos esquecemos e de muitas pessoas conservamos a história antiga, média, medieval e moderna. E isto porque não temos um coração misericordioso.

No trecho litúrgico do Evangelho de Mateus o protagonista é Pedro, o qual tinha ouvido o Senhor falar muitas vezes sobre perdão e misericórdia.
O apóstolo, evidentemente, na sua simplicidade — «não tinha estudado, não era formado, era um pescador» — não tinha compreendido plenamente o significado daquelas palavras. Portanto aproximou-se de Jesus e disse-Lhe: “Senhor, se meu irmão comete culpas contra mim, quantas vezes devo perdoar-lhe? Até sete vezes?”». Sete vezes: talvez lhe parecesse até «generoso». Mas Jesus responde-lhe: “Não te digo até sete, mas setenta vezes sete”.

Para o explicar melhor, Jesus narra a parábola do rei que deseja fazer as contas com os seus servos. A ele, lê-se nas Escrituras, é apresentado «um que lhe devia dez mil talentos», uma quantia enorme para a qual, segundo a lei daquele tempo, teria sido obrigado a vender tudo até a esposa, os filhos e os campos. A este ponto, disse o Papa, retomando a narração evangélica, o devedor começou a chorar, a pedir misericórdia, perdão, até que o dono sentiu “compaixão”.
«Compaixão» é outra palavra que se aproxima facilmente do conceito de misericórdia. Com efeito, quando nos Evangelhos se fala de Jesus e se descreve o seu encontro com um doente lê-se que Ele teve “compaixão” por ele.

A parábola então continua com o dono que deixou ir o servo e perdoou a dívida. Tratava-se de uma grande dívida. Por seu lado, o servo, encontrando-se com um companheiro que tinha uma dívida com ele de pouco valor, queria mandá-lo para a prisão.
Aquele homem, não compreendeu o que o seu rei fez com ele e assim comportou-se de maneira egoísta. Na conclusão da narração o rei chama o servo ao qual tinha perdoado a dívida e manda-o prender porque não foi «generoso». Isto é, não fez ao seu companheiro o que Deus fez a ele.
Para obter um ensinamento válido para todos evoquemos a frase do Pai-Nosso na qual dizemos: «Perdoai as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos tem ofendido».

Trata-se de uma equação, ou seja: Se tu não fores capaz de perdoar, como te poderá perdoar Deus? O Senhor quer perdoar-te, mas não poderá se tu tens o coração fechado, e a misericórdia não pode entrar. Alguém poderia objectar: «Padre, eu perdoo mas não posso esquecer o que me fizeram…».
A resposta é: «Pede ao Senhor que te ajude a esquecer». Contudo, se é verdade que se pode perdoar, mas esquecer nem sempre se consegue, certamente não se pode aceitar a atitude do ”perdoar” e “vais pagar”.
É preciso perdoar como Deus perdoa, o qual perdoa ao máximo».
Não é fácil perdoar, não é fácil, em muitas famílias há irmãos que discutem pela herança dos pais e não se falam; muitos casais que discutem e cresce o ódio e a família acaba destruída. Estas pessoas não são capazes de perdoar. Este é o mal.

Que a Quaresma nos prepare o coração para receber o perdão de Deus. Mas recebê-lo e depois fazer o mesmo com os outros: perdoar de coração. Isto é, ter uma atitude que nos leve a dizer talvez nunca me cumprimentas mas no meu coração perdoei-te.
Esta é a melhor maneira para nos aproximarmos deste aspecto tão grande de Deus que é a misericórdia. Com efeito, perdoando, abrimos o nosso coração para que a misericórdia de Deus entre e nos perdoe. E todos temos motivos para pedir o perdão de Deus: Perdoemos e seremos perdoados

 

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