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Bazar de São Francisco Xavier

Durante o mês de Janeiro, vai funcionar ao fim-de-semana, na garagem, o Bazar de São Francisco Xavier. [ler +]

Catequese – Painel do Advento – É Natal!

É Natal! Jesus nasceu!  Um Santo Natal! [ler +]

Catequese – Painel do Advento – 4ª Semana

E chegámos ao fim do Advento!  O Natal de Jesus está a chegar! [ler +]

Sorteio da Quermesse

O primeiro prémio da Quermesse de Natal, uma peça da Atlantis em cristal, saiu à rifa 642. Os dois restantes prémios (dois cabazes de Natal) couberam às rifas 850 e 028. [ler +]

Catequese – Painel do Advento – 3ª Semana

Apesar das férias, as crianças do 1º ao 6º Catecismo continuam a completar o Painel do Advento, colocando cada uma o nome numa casa, fazendo o caminho que Maria e José estão a percorrer até Belém, para o nascimento de Jesus. [ler +]

Folha Informativa 29-12-2019

Festa da Sagrada Família (PDF)     TEXTO

 

Charles le Brun, Adoração dos Pastores

Frequentemente, as nossas vidas transcorrem alheias à gratidão.

Hoje é o dia certo para nos aproximarmos do sacrário, do presépio, da manjedoura, e dizermos obrigado.

Não esperemos que o próximo se torne bom para lhe fazermos bem, que a Igreja seja perfeita para a amarmos, que os outros tenham consideração por nós para os servirmos.

Comecemos nós.  Isto é acolher o dom da graça.

Acolher o dom que é Jesus para depois se tornar dom como Jesus e, assim, dar sentido à própria vida. É dando-lhe sentido que podemos mudar mundo e toda a realidade que nos circunda.

Papa Francisco, 2019, Missa de Natal

 

Mensagem Urbi et Orbi 2019

Papa Francisco

Giorgione, Adoração dos Pastores

Nesta noite, do ventre da mãe Igreja, nasceu de novo o Filho de Deus feito homem. O seu nome é Jesus, que significa Deus salva. O Pai, Amor eterno e infinito, enviou-O ao mundo, não para condenar o mundo, mas para o salvar. O Pai no-Lo deu, com imensa misericórdia; deu-O para todos; deu-O para sempre. E Ele nasceu como uma chamazinha acesa na escuridão e no frio da noite.

Aquele Menino, nascido da Virgem Maria, é a Palavra de Deus que Se fez carne; a Palavra que guiou o coração e os passos de Abraão rumo à terra prometida, e continua a atrair aqueles que confiam nas promessas de Deus; a Palavra que guiou os judeus no caminho desde a escravidão à liberdade, e continua a chamar os escravos de todos os tempos, incluindo os de hoje, para saírem das suas prisões. É Palavra mais luminosa do que o sol, encarnada num pequenino filho de homem, Jesus, luz do mundo.
Por isso, o profeta exclama: «O povo que andava nas trevas viu uma grande luz».

É verdade que há trevas nos corações humanos, mas é maior a luz de Cristo; há trevas nas relações pessoais, familiares, sociais, mas é maior a luz de Cristo; há trevas nos conflitos económicos, geopolíticos e ecológicos, mas é maior a luz de Cristo.
(…) Que o Filho de Deus, descido do Céu à terra, seja defesa e amparo para todos aqueles que, por causa destas e outras injustiças, devem emigrar na esperança duma vida segura. É a injustiça que os obriga a atravessar desertos e mares, transformados em cemitérios; é a injustiça que os obriga a suportar abusos indescritíveis, escravidões de todo o género e torturas em campos de detenção desumanos; é a injustiça que os repele de lugares onde poderiam ter a esperança duma vida digna e lhes faz encontrar muros de indiferença.

Que o Emanuel seja luz para toda a humanidade ferida. Enterneça o nosso coração frequentemente endurecido e egoísta e nos torne instrumentos do seu amor. Através dos nossos pobres rostos, dê o seu sorriso às crianças de todo o mundo: às crianças abandonadas e a quantas sofreram violências. Através das nossas frágeis mãos, vista os pobres que não têm nada para se cobrir, dê o pão aos famintos, cuide dos enfermos. Pela nossa frágil companhia, esteja próximo das pessoas idosas e de quantas vivem sozinhas, dos migrantes e dos marginalizados.

Neste dia de festa, dê a todos a sua ternura e ilumine as trevas deste mundo.

 

Deus não protege da noite, mas na noite

P. Ermes Ronchi, 2013

Gaetano Gandolfi, Sonho de José

José é o modelo de todo o crente, no qual a fé e os afectos se reforçam mutuamente.
Herodes envia soldados, Deus manda um sonho.
Um grão de sonho que caiu dentro das duras engrenagens da história, ao ponto de chegar a modificar o seu curso.
«José levantou-se de noite, tomou o Menino e sua Mãe e partiu para o Egipto.»
Um Deus que foge na noite!
Porque é que o anjo ordena a fuga, sem garantir um futuro, sem marcar o caminho e a data do regresso?
Porque Deus não salva do exílio, mas no exílio; não te evita o deserto mas é força dentro do deserto; não protege da noite, mas na noite.

Por três vezes José sonha.
De cada vez um anúncio parcial, uma profecia breve. Todavia, para partir não pede que tudo esteja claro, não pede para ver todo o horizonte, mas apenas a luz que basta ao primeiro passo, apenas a força necessária para a primeira noite.

A José basta um Deus que entretece a sua respiração com a dos três fugitivos para saber que a viagem tem a casa por destino, ainda que passe pelo longínquo Egipto; que é uma aventura de perigos, de caminhos, de refúgios e de sonhos, mas que há um fio condutor seguro na mão de Deus.

José representa todos os justos da terra, homens e mulheres que, tomando sobre si as vidas de outros, vivem o amor sem contar cansaços e medos; todos aqueles que sem publicidade e sem recompensa, em silêncio, fazem o que devem fazer; todos aqueles cujo papel supremo no mundo é proteger a vida com a própria vida. E assim o fazem: concretos e ao mesmo tempo sonhadores, desarmados mas no entanto mais fortes do que qualquer faraó.

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Folha Informativa 22-12-2019

IV Domingo do Advento (PDF)     TEXTO

 

Gentile da Fabriano, Adoração dos Reis Magos

Maria e José, os quais foram os primeiros a receber Jesus mediante a fé, introduzem-nos no mistério do Natal.

Maria ajuda-nos a colocar-nos em atitude de disponibilidade para receber o Filho de Deus na nossa vida concreta, na nossa própria carne.

José estimula-nos a procurar sempre a vontade de Deus e a segui-la com plena confiança.

Ambos se deixaram aproximar por Deus.

Papa Francisco, 2016

 

 

Para ir ao encontro de Deus é preciso «outro caminho»

Papa Francisco, 06.01.2019

Sano di Pietro, Adoração dos Reis Magos

Fugir às estradas largas, asfaltadas e iluminadas que se destacam nos mapas da vida e ousar outro caminho, oculto das cartografias deste mundo e escassamente trilhado: esta é a rota para ir ao encontro de Deus, à semelhança dos magos.
É sempre grande a tentação de confundir a luz de Deus com as luzes do mundo.
Quantas vezes corremos atrás dos clarões sedutores do poder e da ribalta, convencidos que prestamos um bom serviço ao Evangelho! Mas, assim, voltamos os holofotes para o lado errado, porque Deus não estava lá.
Com efeito, Deus propõe-Se, não Se impõe; ilumina, mas não encandeia, pelo que quando a Igreja tenta brilhar de luz própria esquece-se de que não é ela o sol da humanidade, mas a lua que, mesmo com as suas sombras, reflecte a luz verdadeira.

Como os magos, segundo a tradição bíblica, foram intermitentemente orientados por uma estrela desde o Oriente até ao local do nascimento de Jesus, em Belém, também os cristãos têm hoje e sempre uma rota que os guia até Deus: o amor humilde, no qual é preciso perseverar.

Só encontra o mistério de Deus quem deixa os próprios apegos mundanos e se põe a caminho.
Quando o “seu onde” se torna o “nosso onde”, o “seu quando” o “nosso quando”, a “sua pessoa” a “nossa vida”, então cumprem-se em nós as profecias. Então Jesus nasce dentro e torna-Se Deus vivo para mim.

Pode já parecer muito, mas não basta arriscar veredas divergentes, é também urgente outra atitude, novamente como os magos, que vão ter com Deus não para receber, mas para dar.
Perguntemo-nos: no Natal, trouxemos algum presente a Jesus, pela sua festa, ou trocamos presentes apenas entre nós? Se fomos ter com o Senhor de mãos vazias, hoje podemos remediar.
E se hoje é impensável oferecer os mesmos presentes que os magos entregaram quando se prostraram diante de Jesus, é todavia possível imitar as disposições que eles representam, a começar pelo ouro.

Considerado o elemento mais precioso, lembra-nos que, a Deus, deve ser dado o primeiro lugar. Deve ser adorado. Mas, para isso, é preciso privar-se a si mesmo do primeiro lugar e considerar-se necessitado, não auto-suficiente.

O incenso, por seu lado, simboliza o relacionamento com o Senhor, a oração, que se eleva para Deus como perfume. Ora, como o incenso para exalar o seu perfume se deve queimar, assim também para a oração é preciso “queimar” um pouco de tempo, gastá-lo para o Senhor. Mas fazê-lo de verdade, e não só em palavras.

Já a mirra, unguento que seria utilizado ao envolver amorosamente o corpo de Jesus descido da cruz, realça que agrada a Deus que se cuide dos corpos provados pelo sofrimento, da sua carne mais frágil, de quem ficou para trás, de quem só pode receber não tendo nada de material para retribuir. É preciosa aos olhos de Deus a misericórdia com quem não tem para restituir, a gratuidade.

Neste tempo de Natal que está a terminar, não percamos a ocasião para dar um lindo presente ao nosso Rei, que veio para todos, não nos cenários faustosos do mundo, mas na pobreza luminosa de Belém. Se o fizermos, resplandecerá sobre nós a sua luz.

Deixemo-nos iluminar pela luz de Cristo que provém de Belém. Não permitamos aos nossos medos que fechem o nosso coração, mas tenhamos a coragem de nos abrirmos a esta luz suave e discreta. Então, como os magos, experimentaremos uma grande alegria que não poderemos ter só para nós.

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

Xavieirinhos 05-01-2020

Festa da Epifania (PDF)    TEXTO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Xavieirinhos 29-12-2019

Festa da Sagrada Família (PDF)    TEXTO

 

Hoje celebramos a festa da Sagrada Família, que é composta por Maria, José e o Menino Jesus.

A Sagrada Família é uma festa muito bonita, porque nos lembra que devemos tomar a Sagrada Família como exemplo a seguir para a nossa família, no amor, unidade, harmonia, respeito de uns pelos outros, etc.

A família é tão importante, que até Deus quis que o seu filho, Jesus, quando veio ao mundo, tivesse uma família normal, com uma Mãe e um pai adoptivo.

Por isso devemos sempre esforçar-nos por termos uma família muito unida, pela vida fora, que apoia todos os seus membros em todas as situações.

A festa da Sagrada Família tem ainda uma importância especial na nossa paróquia, porque a nossa igreja de Caselas é a Igreja da Sagrada Família.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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