Notícias

Papa apela à conversão neste “tempo favorável”

Na Mensagem para a Quaresma de 2019, o Papa Francisco faz um apelo à conversão neste “tempo favorável”, através do jejum, oração e partilha, pedindo aos cristãos que se voltem para a Páscoa de Jesus. [ler +]

Unção dos Doentes 2019

Tal como anunciado, realizou-se hoje, 12 de Fevereiro, a Unção dos Doentes na nossa Paróquia. [ler +]

Festa do Pai Nosso

As crianças do 2º Catecismo tiveram hoje, 10 de Fevereiro, a Festa do Pai Nosso, durante a Missa das 12h00. [ler +]

Nossa Senhora das Candeias

A Igreja Católica celebra hoje, [ler +]

Primeiro Sábado

No dia 02 de Fevereiro, primeiro sábado de Fevereiro, [ler +]

Sagrada Família

A Família de uma criança do 1º Catecismo já recebeu a Sagrada Família. [ler +]

Folha Informativa 15-09-2019

Domingo XXIV do Tempo Comum (PDF)     TEXTO

UM DESAFIO, DEPOIS DAS FÉRIAS

Deixamo-nos encontrar por Jesus?
Há muitos momentos na vida em que os seres humanos se podem sentir perdidos, ou então esquecidos, isolados, desprezados.

Quem é capaz de vir ao encontro de um homem ou de uma mulher que, pelos seus problemas, pelas suas culpas ou pela sua condição de vida, todos rejeitam?

Só alguém que tenha um coração em que todos caibam, um coração capaz de os acolher, escutar, corrigir, consolar e, sobretudo, perdoar e ajudar a recomeçar.
Foi o que fez Jesus, como nos relata S. Lucas, no Evangelho de hoje, e só Ele o podia ter feito, pelo poder da sua divindade, unida à sua humanidade, e só Jesus vivo e glorioso o pode continuar a fazer hoje, através da sua Igreja.

Quem se encontra com Jesus, experimenta uma proximidade que não encontra em mais ninguém, mas que não é simples tolerância, não é cumplicidade com as nossas fraquezas e misérias: é amor que perdoa, purifica e renova.

Mas devemos ainda perguntar, muito sinceramente: deixamo-nos encontrar por Jesus? Para que este encontro aconteça, não apenas sob a forma de um bonito desejo, mas de facto, no mais íntimo do nosso ser e na verdade da nossa vida, desafio cada um, neste regresso de férias, a recorrer com mais frequência ao sacramento da Confissão ou Reconciliação.

É muito importante que cada um de nós se confesse com frequência e, se possível, ao mesmo sacerdote, para que nos possa conhecer e ajudar melhor.
A fé diz-nos, e a Igreja ensina-nos expressamente que, através do sacerdote, é Jesus que nos fala e nos perdoa. Cada confissão sacramental é um encontro com Cristo vivo, que nos abraça com imenso carinho, e fortalece – ou restitui, se a tivermos perdido – a comunhão com Ele, na sua Igreja.

É um momento único e decisivo na conversão constante a que somos chamados. Faz-nos sentir como somos: conhecidos e amados.
E depois, a experiência do perdão e da misericórdia que fazemos, torna-nos mais disponíveis para perdoar aos outros, sempre que for necessário, e para os amar e servir com os mesmos sentimentos de Jesus.

Só o amor e a misericórdia de Jesus poderão transformar este mundo, e fazer dele um mundo de justiça e de paz.
É o que queremos pedir hoje confiadamente, no início de um novo ano pastoral, por intercessão de Maria, Nossa Senhora, refúgio dos pecadores e Mãe de misericórdia.

Cón. José Santos Ferreira

Novo Ano, novo ciclo

Neste início de Ano Pastoral, a Paróquia de São Francisco Xavier entra também num novo ciclo, com a substituição do Vigário Paroquial e novos Horários, a partir de 17 de Setembro.

O Pe. Marcos Martins, nomeado Vigário Paroquial de São Francisco Xavier e de Santa Maria de Belém a 16 de Julho de 2016, foi agora escolhido pelo Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, para assumir a responsabilidade pastoral pelas Paróquias de Nossa Senhora da Assunção de Cadafais e de Nossa Senhora de Fátima do Carregado, passando também a ser Assistente Regional Adjunto de Lisboa do Corpo Nacional de Escutas (CNE).
No passado dia 03 de Setembro, dia de S. Gregório Magno, realizou-se uma Festa de Despedida na Igreja de São Francisco Xavier, seguida de jantar partilhado.
As imagens e um vídeo estão disponíveis no site da Paróquia (www.paroquiasfxavier.org)
As últimas celebrações eucarísticas do Pe. Marcos nas nossas Paróquias são neste Domingo, 15 de Setembro, às 12h00 em Santa Maria de Belém e às 18h30 em São Francisco Xavier.

NOVO VIGÁRIO
Para o seu lugar foi agora nomeado o Pe. António Borges da Silva, nascido a 23 de Novembro de 1965, sacerdote desde 13 de Junho de 1993, Reitor da Igreja da Memória, da Diocese das Forças Armadas e Segurança.

Desempenhou as funções de Capelão da Academia Militar (Sede e Amadora) e integra as Capelanias da Unidade de Segurança e Honras do Estado, ambas da Guarda Nacional Republicana, detendo a patente de Tenente-Coronel.
O Pe. Borges vai manter as suas actuais funções.
A primeira Eucaristia do novo Vigário Paroquial da nossa Paróquia será na Missa das 12h00 deste Domingo, dia 15 de Setembro.

MUDANÇA DE HORÁRIOS
Além das alterações de Vigário Paroquial, a partir do dia 17 de Setembro entram em vigor novos horários na Igreja Paroquial.Assim, as Missas de 3ª feira a sábado e vésperas de dias santificados passam para as 19h00 e a Missa de Domingo é às 12h15, mantendo-se o horário das 18h30 na Missa da tarde de Domingo.
Quanto ao Terço, é recitado de 3ª a 5ª feira e ao sábado às 18h30.
À 6ª feira a recitação do Terço deixa de ser comunitária, para não interromper a Adoração do Santíssimo, cujo novo horário é das 16h30 às 18h45, na Igreja Paroquial
A Devoção do Primeiro Sábado passa para as 18h15, enquanto a Via Sacra, durante a Quaresma, será à 6ª feira às 18h15.

Todas as alterações aos horários estão afixadas à porta das Igreja Paroquial e de Caselas e encontram-se disponíveis no site da Paróquia, em

Horários no novo Ano Pastoral, a partir de 17 de Setembro

 

Misericórdia

Bartolome Esteban Murillo, Regresso do filho pródigo

D. Tolentino de Mendonça
8ª Meditação do Retiro Quaresmal com o Papa Francisco, 2018

A misericórdia «não é dar ao outro o que ele merece».
A misericórdia é compaixão, bondade, perdão.
É «dar a mais, dar mais além, ir mais longe».
É um «excesso de amor» que cura as feridas.
A misericórdia é um dos atributos de Deus.
Por isso crer em Deus é crer na misericórdia.
A misericórdia é um Evangelho a descobrir.

 

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

 

Folha Informativa 30-06-2019

Domingo XIII do Tempo Comum (PDF)     TEXTO

Joaquin Sorolla, Concha en Javea

Vamos a Jesus, demos-Lhe o nosso tempo,  encontremo-nos com Ele todos os dias, na oração,
num diálogo de confiança e pessoal.

Enquanto nos meses de Verão procuraremos um pouco de descanso do que cansa o corpo, não nos esqueçamos de encontrar o verdadeiro alívio no Senhor.

Papa Francisco

 

Seguir-Te-ei, mas….

Ir. Antonella , In “Monastero di Bose”

Vincent van Gogh, O Semeador

Jesus toma a decisão de enfrentar até ao fim o seu caminho para Jerusalém.

Sabe para onde vai e concentra todas as suas energias para permanecer firme e não Se perder. A sua coragem apoiada pela fé e pela vontade, e alimentada pela sua paixão por Deus e pelos homens, torna-se força para não Se dobrar perante os sofrimentos que Lhe serão infligidos pelos seus adversários.

A mesma resolução é pedida ao discípulo no difícil seguimento. Ao longo da estrada Jesus encontra pessoas que querem segui-Lo, fascinadas pela promessa de um outro lugar que rompe com os formalismos e as estruturas que secam uma religião.

Mas quando alguém aceita, na liberdade e por amor, empreender essa viagem, não pode cultivar hesitações e incertezas querendo voltar atrás, prisioneiro dos hábitos de um tempo passado.

As respostas de Jesus são de uma dureza desconcertante. Com uma linguagem particularmente forte talvez queira colocar à luz a nossa fragilidade e os nossos desvios: conhece as fortalezas em que nos escondemos e as armas de que dispomos para nos defendermos da sua ternura.

Os potenciais companheiros de Jesus parecem, em certa medida, hesitantes, como que travados pela radicalidade das suas palavras. Querem seguir Jesus, mas antes pretendem resolver alguns assuntos considerados urgentes e irrenunciáveis. Nós, humanos, somos feitos assim: temos grandes impulsos («seguir-Te-ei para onde quer que fores»), mas ao primeiro obstáculo facilmente retrocedemos.

Jesus quer tornar-nos pessoas livres: livres da possessão das coisas e das pessoas, livres enquanto não aprisionadas em ninhos seguros feitos de imobilismo, porque «o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça».

Diante da proposta de Jesus de O seguir, o anónimo pede para poder sepultar primeiro o pai. A resposta de Jesus não é, decerto, um convite à desumanidade, mas reivindica de maneira clara a exigência de colocar ordem nos afectos. Não se trata de verificar a nossa boa vontade, mas de reconhecer e deixar-se guiar pela verdadeira atracção pelo Pai.

Não vale a pena continuar a voltar o olhar para o nosso passado, dobrados sobre nós mesmos: é-nos pedido sair de toda a forma de controlo sobre a vida e de olhar fixamente para Cristo, Ele que é caminho, verdade e vida.

Cada um de nós é aquilo em que se torna, não o que foi. Aprendamos a reconhecer e ousar o nosso mais profundo desejo, que tem a ver com o futuro do nosso rosto. E se tivermos coragem, ainda que com fadiga, não fugiremos ao amor e saberemos fazer nossa a Palavra: «Senhor, para quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna»

 

Arquivo de Folhas Informativas anteriores a 25.11.2018

 

 

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